Bundinha de anjo

05-02-2010 00:36

Vivi a infância em uma fazenda de café. Durante as férias escolares trabalhava
ajudando a família, em serviços mais leves. Gostava muito. A turma que
trabalhava vinha de fora para a colheita gostava muito de cantar, de festas e de
conversar junto a uma fogueira. Em junho e julho era muito frio. Eu dormia num
barracão, em cima de um lençol sobre o café armazenado solto. Era gostoso, macio
e o cheirinho uma delícia.
Aos 13 anos fui encarregado de cuidar da secagem do café. Era uma tarefa
relativamente fácil, mas cuidadosa. Foi contratado um peão para ajudar nas
tarefas. Como ele não tinha onde dormir, minha família colocou-o para dormir no
armazém junto comigo. Durante o dia a gente conversava muito e aos poucos
começamos a falar de sexo. Eu com vontade de saber tudo o que ele sabia. Aos
poucos foi me contando do jeito dele. E eu fantasiava adoidado. Ficava de pau
duro o tempo todo. Claro que ele percebia e falava mais. Eu batia muita punheta
por conta das nossas conversas. Cada dia ficavam mais apimentadas as nossas
conversas. Um dia ele riu de tanto me ver de pau duro e disse rindo: “deixa eu
ver esse pauzinho que não pára de ficar duro”. Com vergonha baixei a calça
curta, sem cueca, ele viu o pau duro e perguntou se eu queria ver o dele. Não
tive dúvida e disse que sim. Ele abriu a calça e pôs pra fora um pau médio,
moreno e com a cabeça vermelha bem grande descoberta.
Perguntou: “quer pegar?”. Sem jeito peguei e fiquei assustado porque gostei
muito. Não passou disso naquele dia. Mas nos dias seguintes eu pegava no seu pau
várias vezes por dia, até que um dia ele pediu pra chupá-lo. Fiquei com medo,
mas o tesão era enorme sempre que pegava nele. Chupei e gostei, apesar do cheiro
forte. Ele não gozou na minha boca.
Naquela noite nos deitamos e ele puxou o seu pano grosso que servia de lençol
para mais perto e se encostou na minha bunda. Não disse nada e nem reagi. Ele
começou a mexer lentamente, acho que pra não me assustar. Como não reagi, ele
baixou minha calça e pegou no meu pau completamente duro. Começou a brincar com
ele e comecei a mexer e a encostar a minha bunda no seu pau. Ele baixou a sua
calça e encostou em mim. Muito gostoso, ainda mais brincando com o meu pau.
Ele perguntou se eu queria experimentar o pau dele. Embora soubesse mais ou
menos o que ele estava falando, não tinha muita idéia do que seria. Ele passou
saliva no meu cuzinho e eu me encolhi todo, dividido entre a surpresa e a
sensação nova e boa. Deixei ele passar bastante saliva. Senti ele passando no
pau porque sua mão estava úmida quando pegou de novo no meu pau. Encostou e
forçou um pouco. Doeu e eu encolhi. Ele começou de novo, tornou a molhar e veio.
Entrou um pouquinho e encolhi. De novo, várias vezes, mas sempre entrava um
pouquinho mais e doía pouco. Seu pau não era grosso e nem comprido. Por isso, de
repente, vi que estava todo dentro do meu cuzinho virgem e não doía. Ele me
empurrou suave pra eu ficar de bruços e deitou por cima. Entrou mais e foi
ficando gostoso. Uma sensação leve de prazer. Nada estrondoso. Mas gostoso.
Começou a mexer e eu ali de pau duro enterrado no café.
Ele curtiu bastante e depois mordeu de leve a minha nuca e disse que ia gozar.
Gemeu forte e gozou. Ficou em cima um pouco e saiu. Fiquei muito ouriçado. Ele
bateu uma punheta gostosa pra mim. Dormiu encostado na minha bunda. O dia
seguinte foi longo. Ele só perguntou uma vez se eu tinha gostado. Confessei que
sim e ele disse que eu tinha uma bundinha de anjo. Não sabia o que era isso, mas
gostei muito. À noite jantamos e falei que estava com sono. Ele foi logo depois
e me encontrou já sem a calça curta. Fui eu quem encostou nele. De novo ele
pegou no meu pau e perguntou se eu queria que ele me comesse. Disse que sim, que
tava louco de vontade de experimentar de novo. Ele pediu para eu chupá-lo antes.
Chupei e virei, antes que ele mandasse. De novo ele passou saliva e me penetrou.
Foi mais fácil do que na primeira vez e muito mais gostoso. Confesso que quase
gozei. Ele bateu uma punheta pra mim e dormimos. Todos os 30 dias do mês de
férias eu dei pra ele. Ele me dizia durante o dia que não agüentava esperar a
noite pra me comer, e eu pra dar pra ele. Aprendi a gozar com ele me comendo de
lado e me punhetando. Perto do fim das férias, eu morria de medo do tempo acabar
logo e ele começou a me comer até três vezes na mesma noite. Fizemos uma barraca
de lona pra cobrir o café contra a chuva e ele me comeu lá dentro também muitas
vezes durante o dia.
Hoje entendo que me apaixonei por aquele homem rude que soube me introduzir no
sexo, sem sacanagens e nem putarias. Era um sexo gostoso que, apesar de
contrariar todas as regras morais da época, não me deixava com a sensação de ser
viado e nem de me prostituir.
Na última noite, era domingo, e na manhã seguinte eu pegaria o ônibus na
rodovia, ele pediu pra eu chupá-lo porque queria gozar na minha boca, coisa que
não tinha feito ainda. O gosto era bom. Depois ele me pediu pra chupar os seus
mamilos que eram bem pronunciados. Saiu um gosto forte e profundamente
excitante. Ele chupou os meus e senti um tesão suave e delicado que até hoje
aproveito ao máximo quando alguém me chupa os peitinhos. Tanto que fiquei com os
biquinhos bem grandes. Consigo gozar quando alguém chupa meus peitinhos
suavemente. Desce um frisson muito gostoso até o cuzinho. Aquele homem amansou
aquele lado masculino agressivo e me deixou mais confiante no sexo. Ao longo da
vida transei com vários homens, em busca daquele primeiro que foi embora pra
outra cidade. Casei, tive filhos e me lembro dele com uma enorme saudade e com
um carinho imenso. Todas as vezes que chupam os meus peitinhos, o tesão suave e
gostoso me fazem lembrar do homem rude que soube me dar um mês inteiro de imenso
prazer.